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  • 20-01-2018 | 10:20h

O Sujeito mentiroso

O Sujeito mentiroso

Quem nunca mentiu na vida que critique esse artigo. Vou discutir a mentira, sob uma ótica psicológica.

Quando um sujeito age em desacordo com uma verdade estabelecida anteriormente, de forma consciente, podemos classificar este fato como mentiroso. Ou seja, a mentira está intimamente ligada ao conhecimento. Um exemplo: imagine uma criança que aprendeu a diferenciar o lado esquerdo do direito de forma inversa. Numa situação que esteja com um bola na mão esquerda e alguém lhe pergunte: em qual mão está a bola? Ela responderá: mão direita; para ela essa resposta é coerente.

Torna-se necessário então compreendermos que crianças pequenas não mentem normalmente, apenas apresentam incoerências nas respostas, quando comparadas aos demais signos e símbolos lingüísticos. Você já deve ter ouvido uma criança dizer: “eu foi ontem à escola/rua/brincar!” querendo se referir a algo que vai acontecer.

A mentira também pode ser um comportamento aprendido, quando uma pessoa sempre se beneficia do resultado deste ato. Sendo uma forma de evitar ou adiar algo desagradável (uma surra ou castigo por uma nota baixa na escola).

Mas o que é comum a todos os mentirosos é a necessidade de mentir para “fugir” de suas realidades. É como se fosse um “tapa buraco“, uma necessidade de afirmar algo que não é, ou que não tem. Trago como exemplo, um pedreiro que afirma ser o engenheiro civil responsável pela construção de um prédio.

O conselho que deixo para os sujeitos mentirosos é: “Cuidado! Mentira tem pernas curtas!”

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